2009
12.28


Nunca pensei ouvir falar de uma manifestação com este intuito… Embora já tenha observado um grupo de alunos a reclamar por aulas de Física em vez de aulas de Química!!!! A legenda que acompanha o vídeo diz: “estudantes no Nepal exigem aulas de Física“.

2009
09.30

2009
09.28

 

Em 1960 na 11ª Conferência de Pesos e Medidas foi criado o Sistema Internacional de Unidades (SI). Mas quando pensamos nas escalas existente no Universo as unidades oficias não são particularmente úteis. Mesmo a Unidade Astronómica, que se define como a distância média entre a Terra e o Sol é “pequena demais” quando se falam em distâncias no Universo.

E oq ue podemos dizer quando alguém se refere à idade do Universo como 13,7 mil milhões de anos? Qual será o intervalo de tempo que cada um de nós precisará para contar até 1 milhão? Uma analogia muito curiosa sobre a idade do Universo é o calendário cósmico, popularizada por Carl Sagan na série Cosmos.

Neste calendário, a esperança média de vida do ser humano, 75 anos, é apenas 1 milonésimo de segundo. Alguns dos principais marcos da nossa História:

1 de Janeiro, 00h 00: Big Bang!
1 de Março: nascimento da Via Láctea.
1 de Agosto: nascimento do Sistema Solar.
1 de Setembro: aparecimento da vida (unicelular) na Terra.
1 de Novembro: aparecimento da vida multicelular.
15 de Dezembro: Big Bang Biológico. A Explosão Câmbrica deu origem à diversidade de vida que vemos actualmente.
18 de Dezembro: aparecimento das primeiras plantas.
21 de Dezembro: os primeiros insectos começam a dominar o mundo.
24 de Dezembro: aparecimento dos dinossauros.
25 de Dezembro: aparecimento dos mamíferos.
27 de Dezembro: aparecimento dos pássaros.
29 de Dezembro: um asteróide arrasa com o domínio dos dinossauros.
31 de Dezembro – 10 da manhã: aparecimento dos macacos.
31 de Dezembro – 21 horas: aparecimento dos hominídeos.
31 de Dezembro – 23h54m: aparecimento do homem moderno.
31 de Dezembro – 23h59m45s: invenção da escrita.
31 de Dezembro – 23h59m50s: as pirâmides são construídas no Egipto.
31 de Dezembro – 23h59m54s: nascimento de Cristo.
31 de Dezembro – 23h59m58s: Cruzadas!
31 de Dezembro – 23h59m59s: Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil!

2009
09.27

Na actualidade as solicitações a que todos somos sujeitos são cada vez mais, embora por outro lado cada vez mais efémeras. Na educação nunca existem soluções perfeitas ou ferramentas que de um momento para o outro transformem o ensino numa tarefa fácil ou instantânea.

Numa sociedade cada vez mais informatizada, as ferramentas que a Web 2.0 trouxe para junto dos utilizadores podem ser um auxiliar eficaz de integração e de diversificação de recursos.

Os meios informáticos podem ser um poderoso auxiliar no processo de ensino-aprendizagem, pois permitem simplificar algumas tarefas e alargar os meios de comunicação.

Para além de promoverem a comunicação, as TIC’s devem promover espaços de interacção colectiva, criando um sentido de aproximação e de apoio ao trabalho de todos, pois só quando os conteúdos disponibilizados adquirem significados se podem transformar em aprendizagem.

Um espaço que pode ser um espaço privilegiado na comunicação entre toda a comunidade educativa é o Moodle, que integra chat’s, fóruns, ferramentas de trabalho colaborativo (criação de glossários, wiki’s, …), e espaços de aprendizagem activa por parte do utilizador, estruturados e planeados previamente pelo professor (lições, testes, …).

A título de exemplo: a plataforma Moodle do IDF, uma escola que se localiza em São Tomé e Príncipe.

2009
09.26

O jornal i publicou a mensagem que Obama deixou aos alunos dos EUA no início de mais um ano lectivo. Interessante, como sempre com um tom motivador, mas agora que já passaram duas semanas de aulas já é possível fazer a ponte entre as expectativas iniciais e alguns dos condicionamentos encontrados. Já que hoje é véspera de eleições e como tal, dia de reflexão, fica aqui uma outra, sobre educação, futuro e progresso.

Sei que para muitos de vocês hoje é o primeiro dia de aulas, e para os que entraram para o jardim infantil, para a escola primária ou secundária, é o primeiro dia numa nova escola, por isso é compreensível que estejam um pouco nervosos. Também deve haver alguns alunos mais velhos, contentes por saberem que já só lhes falta um ano. Mas, estejam em que ano estiverem, muitos devem ter pena por as férias de Verão terem acabado e já não poderem ficar até mais tarde na cama.

Também conheço essa sensação. Quando era miúdo, a minha família viveu alguns anos na Indonésia e a minha mãe não tinha dinheiro para me mandar para a escola onde andavam os outros miúdos americanos. Foi por isso que ela decidiu dar-me ela própria umas lições extras, segunda a sexta-feira, às 4h30 da manhã.

A ideia de me levantar àquela hora não me agradava por aí além. Adormeci muitas vezes sentado à mesa da cozinha. Mas quando eu me queixava a minha mãe respondia-me: “Olha que isto para mim também não é pêra doce, meu malandro…”

Tenho consciência de que alguns de vocês ainda estão a adaptar-se ao regresso às aulas, mas hoje estou aqui porque tenho um assunto importante a discutir convosco. Quero falar convosco da vossa educação e daquilo que se espera de vocês neste novo ano escolar.

Já fiz muitos discursos sobre educação, e falei muito de responsabilidade. Falei da responsabilidade dos vossos professores de vos motivarem, de vos fazerem ter vontade de aprender. Falei da responsabilidade dos vossos pais de vos manterem no bom caminho, de se assegurarem de que vocês fazem os trabalhos de casa e não passam o dia à frente da televisão ou a jogar com a Xbox. Falei da responsabilidade do vosso governo de estabelecer padrões elevados, de apoiar os professores e os directores das escolas e de melhorar as que não estão a funcionar bem e onde os alunos não têm as oportunidades que merecem.

No entanto, a verdade é que nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as vossas responsabilidades. Se vocês não forem às aulas, não prestarem atenção a esses professores, aos vossos avós e aos outros adultos e não trabalharem duramente, como terão de fazer se quiserem ser bem sucedidos.

E hoje é nesse assunto que quero concentrar-me: na responsabilidade de cada um de vocês pela sua própria educação.

Todos vocês são bons em alguma coisa. Não há nenhum que não tenha alguma coisa a dar. E é a vocês que cabe descobrir do que se trata. É essa oportunidade que a educação vos proporciona.

Talvez tenham a capacidade de ser bons escritores – suficientemente bons para escreverem livros ou artigos para jornais -, mas se não fizerem o trabalho de Inglês podem nunca vir a sabê-lo. Talvez sejam pessoas inovadoras ou inventores – quem sabe capazes de criar o próximo iPhone ou um novo medicamento ou vacina -, mas se não fizerem o projecto de Ciências podem não vir a percebê-lo. Talvez possam vir a ser mayors ou senadores, ou juízes do Supremo Tribunal, mas se não participarem nos debates dos clubes da vossa escola podem nunca vir a sabê-lo.

No entanto, escolham o que escolherem fazer com a vossa vida, garanto-vos que não será possível a não ser que estudem. Querem ser médicos, professores ou polícias? Querem ser enfermeiros, arquitectos, advogados ou militares? Para qualquer dessas carreiras é preciso ter estudos. Não podem deixar a escola e esperar arranjar um bom emprego. Têm de trabalhar, estudar, aprender para isso.

E não é só para as vossas vidas e para o vosso futuro que isto é importante. O que vocês fizerem com os vossos estudos vai decidir nada mais nada menos que o futuro do nosso país. Aquilo que aprenderem na escola agora vai decidir se enquanto país estaremos à altura dos desafios do futuro.

Vão precisar dos conhecimentos e das competências que se aprendem e desenvolvem nas ciências e na matemática para curar doenças como o cancro e a sida e para desenvolver novas tecnologias energéticas que protejam o ambiente. Vão precisar da penetração e do sentido crítico que se desenvolvem na história e nas ciências sociais para que deixe de haver pobres e sem-abrigo, para combater o crime e a discriminação e para tornar o nosso país mais justo e mais livre. Vão precisar da criatividade e do engenho que se desenvolvem em todas as disciplinas para criar novas empresas que criem novos empregos e desenvolvam a economia.

Precisamos que todos vocês desenvolvam os vossos talentos, competências e intelectos para ajudarem a resolver os nossos problemas mais difíceis. Se não o fizerem – se abandonarem a escola -, não é só a vocês mesmos que estão a abandonar, é ao vosso país.

Eu sei que não é fácil ter bons resultados na escola. Tenho consciência de que muitos têm dificuldades na vossa vida que dificultam a tarefa de se concentrarem nos estudos. Percebo isso, e sei do que estou a falar. O meu pai deixou a nossa família quando eu tinha dois anos e eu fui criado só pela minha mãe, que teve muitas vezes dificuldade em pagar as contas e nem sempre nos conseguia dar as coisas que os outros miúdos tinham. Tive muitas vezes pena de não ter um pai na minha vida. Senti-me sozinho e tive a impressão que não me adaptava, e por isso nem sempre conseguia concentrar-me nos estudos como devia. E a minha vida podia muito bem ter dado para o torto.

Mas tive sorte. Tive muitas segundas oportunidades e consegui ir para a faculdade, estudar Direito e realizar os meus sonhos. A minha mulher, a nossa primeira-dama, Michelle Obama, tem uma história parecida com a minha. Nem o pai nem a mãe dela estudaram e não eram ricos. No entanto, trabalharam muito, e ela própria trabalhou muito para poder frequentar as melhores escolas do nosso país.

Alguns de vocês podem não ter tido estas oportunidades. Talvez não haja nas vossas vidas adultos capazes de vos dar o apoio de que precisam. Quem sabe se não há alguém desempregado e o dinheiro não chega. Pode ser que vivam num bairro pouco seguro ou os vossos amigos queiram levar-vos a fazer coisas que vocês sabem que não estão bem.

Apesar de tudo isso, as circunstâncias da vossa vida – o vosso aspecto, o sítio onde nasceram, o dinheiro que têm, os problemas da vossa família – não são desculpa para não fazerem os vossos trabalhos nem para se portarem mal. Não são desculpa para responderem mal aos vossos professores, para faltarem às aulas ou para desistirem de estudar. Não são desculpa para não estudarem.

A vossa vida actual não vai determinar forçosamente aquilo que vão ser no futuro. Ninguém escreve o vosso destino por vocês. Aqui, nos Estados Unidos, somos nós que decidimos o nosso destino. Somos nós que fazemos o nosso futuro.

E é isso que os jovens como vocês fazem todos os dias em todo o país. Jovens como Jazmin Perez, de Roma, no Texas. Quando a Jazmin foi para a escola não falava inglês. Na terra dela não havia praticamente ninguém que tivesse andado na faculdade, e o mesmo acontecia com os pais dela. No entanto, ela estudou muito, teve boas notas, ganhou uma bolsa de estudos para a Universidade de Brown, e actualmente está a estudar Saúde Pública.

Estou a pensar ainda em Andoni Schultz, de Los Altos, na Califórnia, que aos três anos descobriu que tinha um tumor cerebral. Teve de fazer imensos tratamentos e operações, uma delas que lhe afectou a memória, e por isso teve de estudar muito mais – centenas de horas a mais – que os outros. No entanto, nunca perdeu nenhum ano e agora entrou na faculdade.

E também há o caso da Shantell Steve, da minha cidade, Chicago, no Illinois. Embora tenha saltado de família adoptiva para família adoptiva nos bairros mais degradados, conseguiu arranjar emprego num centro de saúde, organizou um programa para afastar os jovens dos gangues e está prestes a acabar a escola secundária com notas excelentes e a entrar para a faculdade.

A Jazmin, o Andoni e a Shantell não são diferentes de vocês. Enfrentaram dificuldades como as vossas. Mas não desistiram. Decidiram assumir a responsabilidade pelos seus estudos e esforçaram-se por alcançar objectivos. E eu espero que vocês façam o mesmo.

É por isso que hoje me dirijo a cada um de vocês para que estabeleça os seus próprios objectivos para os seus estudos, e para que faça tudo o que for preciso para os alcançar. O vosso objectivo pode ser apenas fazer os trabalhos de casa, prestar atenção às aulas ou ler todos os dias algumas páginas de um livro. Também podem decidir participar numa actividade extracurricular, ou fazer trabalho voluntário na vossa comunidade. Talvez decidam defender miúdos que são vítimas de discriminação, por serem quem são ou pelo seu aspecto, por acreditarem, como eu acredito, que todas as crianças merecem um ambiente seguro em que possam estudar. Ou pode ser que decidam cuidar de vocês mesmos para aprenderem melhor. E é nesse sentido que espero que lavem muitas vezes as mãos e que não vão às aulas se estiverem doentes, para evitarmos que haja muitas pessoas a apanhar gripe neste Outono e neste Inverno.

Mas decidam o que decidirem gostava que se empenhassem. Que trabalhassem duramente. Eu sei que muitas vezes a televisão dá a impressão que podemos ser ricos e bem-sucedidos sem termos de trabalhar – que o vosso caminho para o sucesso passa pelo rap, pelo basquetebol ou por serem estrelas de reality shows -, mas a verdade é que isso é muito pouco provável. A verdade é que o sucesso é muito difícil. Não vão gostar de todas as disciplinas nem de todos os professores. Nem todos os trabalhos vão ser úteis para a vossa vida a curto prazo. E não vão forçosamente alcançar os vossos objectivos à primeira.

No entanto, isso pouco importa. Algumas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo são as que sofreram mais fracassos. O primeiro livro do Harry Potter, de J. K. Rowling, foi rejeitado duas vezes antes de ser publicado. Michael Jordan foi expulso da equipa de basquetebol do liceu, perdeu centenas de jogos e falhou milhares de lançamentos ao longo da sua carreira. No entanto, uma vez disse: “Falhei muitas e muitas vezes na minha vida. E foi por isso que fui bem-sucedido.”

Estas pessoas alcançaram os seus objectivos porque perceberam que não podemos deixar que os nossos fracassos nos definam – temos de permitir que eles nos ensinem as suas lições. Temos de deixar que nos mostrem o que devemos fazer de maneira diferente quando voltamos a tentar. Não é por nos metermos num sarilho que somos desordeiros. Isso só quer dizer que temos de fazer um esforço maior por nos comportarmos bem. Não é por termos uma má nota que somos estúpidos. Essa nota só quer dizer que temos de estudar mais.

Ninguém nasce bom em nada. Tornamo-nos bons graças ao nosso trabalho. Não entramos para a primeira equipa da universidade a primeira vez que praticamos um desporto. Não acertamos em todas as notas a primeira vez que cantamos uma canção. Temos de praticar. O mesmo acontece com o trabalho da escola. É possível que tenham de fazer um problema de Matemática várias vezes até acertarem, ou de ler muitas vezes um texto até o perceberem, ou de fazer um esquema várias vezes antes de poderem entregá-lo.

Não tenham medo de fazer perguntas. Não tenham medo de pedir ajuda quando precisarem. Eu todos os dias o faço. Pedir ajuda não é um sinal de fraqueza, é um sinal de força. Mostra que temos coragem de admitir que não sabemos e de aprender coisas novas. Procurem um adulto em quem confiem – um pai, um avô ou um professor ou treinador – e peçam-lhe que vos ajude.

E mesmo quando estiverem em dificuldades, mesmo quando se sentirem desencorajados e vos parecer que as outras pessoas vos abandonaram – nunca desistam de vocês mesmos. Quando desistirem de vocês mesmos é do vosso país que estão a desistir.

A história da América não é a história dos que desistiram quando as coisas se tornaram difíceis. É a das pessoas que continuaram, que insistiram, que se esforçaram mais, que amavam demasiado o seu país para não darem o seu melhor.

É a história dos estudantes que há 250 anos estavam onde vocês estão agora e fizeram uma revolução e fundaram este país. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 75 anos e ultrapassaram uma depressão e ganharam uma guerra mundial, lutaram pelos direitos civis e puseram um homem na Lua. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 20 anos e fundaram a Google, o Twitter e o Facebook e mudaram a maneira como comunicamos uns com os outros.

Por isso hoje quero perguntar-vos qual é o contributo que pretendem fazer. Quais são os problemas que tencionam resolver? Que descobertas pretendem fazer? Quando daqui a 20 ou a 50 ou a 100 anos um presidente vier aqui falar, que vai dizer que vocês fizeram pelo vosso país?

As vossas famílias, os vossos professores e eu estamos a fazer tudo o que podemos para assegurar que vocês têm a educação de que precisam para responder a estas perguntas. Estou a trabalhar duramente para equipar as vossas salas de aulas e pagar os vossos livros, o vosso equipamento e os computadores de que vocês precisam para estudar. E por isso espero que trabalhem a sério este ano, que se esforcem o mais possível em tudo o que fizerem. Espero grandes coisas de todos vocês. Não nos desapontem. Não desapontem as vossas famílias e o vosso país. Façam-nos sentir orgulho em vocês. Tenho a certeza que são capazes.

Fonte: Jornal i – 09/09/2009

2009
09.02

Nesta palestra Sir Ken Robinson defende que a escola acaba por matar a criatividade das crianças. Uma reflexão que coloca questões interessantes.

2009
09.01

Enigma 145

Fonte: http://eclipse.gsfc.nasa.gov/SEmono/ASE2010/ASE2010.html

Fonte: http://eclipse.gsfc.nasa.gov/SEmono/ASE2010/ASE2010.html

Uma notícia num jornal dizia que no próximo ano, a 15 de Janeiro irá ocorrer um eclipse solar. Consultando o mapa mundo com a indicação dos locais onde será visível o Bruno descobriu que irá coincidir com a sua viagem até ao sul da Índia, à cidade de Karungulam que tinha programado para o próximo ano na mesma altura.

Até começou logo a pensar que precisava de comprar um filtro para a sua máquina fotográfica para conseguir melhores fotografias do eclipse, que irá ocorrer depois das 07:30 UT e que seria bom também comprar uma lanterna para melhor encontrar as suas coisas na escuridão da noite. A última coisa que queria era não encontrar a máquina na escuridão da noite, anterior ao eclipse.

No entanto, foi uma surpresa quando o empregado da loja de equipamentos se começou a rir quando o Bruno lhe contou as suas preocupações.

O que terá motivado o comportamento do empregado?

2009
09.01

Ciclíco

Mais um ano lectivo que se inicia. Para muitas pessoas este é um re(começo) que já se verifica à inúmeros anos e para o assinalar reproduz-se uma notícia do final do ano lectivo anterior:

À medida que iam abandonando a sala, os alunos que acabavam de fazer o exame de Físico-Química não escondiam os olhares de desânimo de quem se prepara para receber “uma má nota”. Na Escola Secundária Alves Martins, outrora Liceu de Viseu, foi preciso esperar mesmo até ao final do tempo suplementar para ver sair os alunos que terminavam a prova nacional. “Esta disciplina requer muita atenção ao longo do ano”, dizem. inDiário de Notícias – 20 de Junho de 2009

2009
08.29

Na Terra aprendemos por experiência que os corpos mais pesados caem mais depressa e alcançam o solo mais rapidamente que os corpos mais leves. Esta ideia, que existe desde sempre, foi oficializada pelos gregos, em particular por Aristóteles.
Galileu Galilei (1564 – 1642), recordado recentemente pela celebração dos 400 anos da apresentação ao senado de Veneza o seu primeiro telescópio, em 25 de Agosto de 1609 é considerado o primeiro CIENTISTA, nomeadamente pela valorização da expeiência e do método experimental.
Graças a diversas experiências e observações foi o primeiro a compreender e a enunciar as leis do movimento rectilíneo uniforme, do movimento rectilíneo uniformemente variado, entre outras descobertas no campo da Mecânica.

Galileu foi o primeiro a compreender, quando ocupou a cátedra de matemática na Universidade de Pisa, que a velocidade de queda de um corpo não depende da sua massa. As suas descobertas sobre o movimento dos corpos foram publicadas num pequeno tratado, “De motu”, em 1590. A originalidade do seu trabalho residia na utilização do método científico para comprovar as suas ideias e alcançar conclusões, bem como a utilização da Matemática na análise das suas observações. Um ponto fulcral do seu trabalho foi a utilização de um plano inclinado para estudar o movimento.

O relato da famosa experiência da Torre de Pisa, que alguns investigadores apontam como sendo apenas uma lenda, indica que foram abandonadas bolas de chumbo de diferentes massas do topo da Torre, medindo-se o seu tempo de queda. Verificou-se que todas elas demoraram o mesmo intervalo de tempo a alcançar o solo, pelo que a ideia aristotélica que a velocidade de queda de um corpo é proporcional a seu peso seria falsa (estes resultados apenas são válidos no vácuo, onde não existem forças de resistência do ar). Esta experiência encontra-se no TOP 10 das mais belas experiências da Física segundo um inquérito aos leitores da Physics World.

Em 1971, durante a missão Apollo 15, o astronauta David Scott realizou uma experiência inspirada nos trabalhos de Galileu ao deixar cair um martelo e uma pena na Lua, onde não existe atmosfera.

Bem, na minha mão esquerda eu tenho uma pena, na minha mão direita, um martelo. Imagino que uma das razões para estarmos aqui hoje é por causa do cavalheiro chamado Galileu. Há muito tempo atrás ele fez uma descoberta muito significativa sobre objectos em queda em campos gravitacionais; e nós pensamos – que lugar seria melhor para confirmar suas descobertas do que na Lua? Em, então, pensamos em fazer isso para vocês aqui. A pena, apropriadamente, é de um falcão da Academia da Força Aérea. Eu deixarei cair a pena e o martelo e, assim esperamos, eles atingirão o solo ao mesmo tempo. O que acham disso? Isso mostra que o Sr. Galileu estava correcto em suas descobertas

Fonte: Apollo 15 Hammer-Feather Drop

2009
08.29


Uma adaptação original.

First I was afraid
I was petrified
Kept thinking I could never live
without you by my side
But I spent so many nights
thinking how you did me wrong
I grew strong
I learned how to carry on
and so you’re back
from outer space
I just walked in to find you here
with that sad look upon your face
I should have changed my stupid lock
I should have made you leave your key
If I had known for just one second
you’d be back to bother me

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