2012
05.11

A ler…

… um post de Rui Baptista, intitulado Os Exames do Ensino Básico na Crista da Onda, que começa com esta citação.

“Na verdade, a pedagogia que nivela tudo por baixo no intuito de esbater as diferenças tem como consequência tornar ignorantes milhões de pessoas e não privilegiar aqueles que podiam ir para a universidade e para escolas de excelência com professores respeitados e programas rigorosos; é por essa razão que há cada vez mais pessoas a quererem uma escola séria, mais rigorosa, com professores preparados e mais respeitados” (Francesco Alberoni, sociólogo italiano, em entrevista a um jornal português em 2010).

2012
05.11

Disponível em PHYS.ORG:

It’s Official: Physics is Hard
May 9th, 2012
Toby Cubitt, researcher at Universidad Complutense de Madrid, and member of the QUITEMAD Scientific Consortium (R&D Technologies Program, funded by the Madrid Government) together with other colleagues, have conducted scientific research on the difficulty –from a computational complexity theory perspective- of addressing some of the challenges of physics.
The work has been published in the journal Physical Review Letters , and Science magazine has also published a lengthy article, commenting on this work, and entitled: It’s Official: Physics Is Hard. Toby Cubitt and his colleagues, Jens Eisert and Michael Wolf, of the Universities of Berlin and Munich respectively, show in this article the difficulty of obtaining the equations that govern the temporal evolution of a physical system, from observations of the system at different times, thereby showing the mathematical certainty of the difficulty of physics.
With this title, the prestigious journal Science reported on February 21, 2012, in its Science Now section, the recent discovery of quantum physicist Toby Cubitt, from the Mathematical Analysis Dept. at the Universidad Complutense de Madrid, and his colleagues: it’s possible to mathematically prove that physics is hard.
As we are taught in school, physics tries to provide mathematical equations that explain the evolution of a system over time, starting from observations of that system. With the current advances in supercomputers, one might expect that this process could be automated, replacing the creativity of scientists by the calculation power of computers.
Fortunately for scientists, Toby Cubitt and colleagues have shown mathematically that this is not possible, in an article recently published in Physical Review Letters.
But how can you prove that a problem is hard? The mathematical theory of computational complexity allows problems to be classified according to their difficulty. There are easy problems to solve, such adding or multiplying two numbers, which therefore can be automated, allowing a computer to solve them. But there are others, such as optimization problems of logistics in freight transport, which are very hard. So much so that, if there was a way to automate the solution, then it would be possible to automate the solution of ALL these problems (this is believed to be impossible, and is known as the “P different from NP” conjecture). It is precisely this latter class of very hard problems to which the problem of obtaining the equations governing the evolution of physical systems belongs.
Therefore, the work of Toby Cubitt and his colleagues will allow everyone to sleep soundly at night. Physicists, because supercomputers are not going to take over their jobs. And non-physicists, because although they always suspected that physics is hard and therefore difficult to understand, now there is no doubt: it is a mathematical certainty.

2012
05.04

Da autoria de Carlos Fiolhais, um dos principais divulgadores de Ciência em Portugal:

Perguntaram-me da revista Visão Júnior:

“Porque é que o lume é azul? Gostava mesmo de saber porque, quando a minha mãe está a cozinhar o fogo é azul, e nas fogueiras é cor-de-laranja!”

Respondi:

O fogo consiste essencialmente na reacção entre um combustível (lenha ou gás, por exemplo) e um comburente (o oxigénio presente no ar). A cor varia comnforme o processo em causa. Numa lareira a reponsável pela cor são partículas de fuligem (também chamadas “negro de fumo”), que estão incandescentes a uma temperatura de cerca de 1000 graus Celsius e que, por isso, emitem luz de várias cores, mas que são vistas por nós como cor de laranja. De facto, o máximo da radiação emitida é luz infravermelha, que não vemos com os nossos olhos. Qualquer corpo quente emite luz: O nosso corpo, a cerca de 36 graus Celsius, por exemplo, emite também principalmente luz infravermelha, que é invisível a nossos olhos mas vísível com câmaras de infravermelhos. O Sol tem uma temperatura exterior de cerca de 6000 graus e emite, por isso, principalmente luz de cor amarelada (embora emita também em menor quantidade luz infravermelha). A cor depende da temperatura do corpo emissor: Um corpo mais quente é violeta e um corpo mais frio é vermelho, estando o amarelo no meio. Por outro lado, numa chama de gás de um fogão há uma boa mistura entre o gás combustível o oxigénio de tal modo que já não existem essas partículas de fuligem, mas sim moléculas de compostos de carbono ou seus fragmentos, que são excitados, isto é, passam a estados de energia maior, e que largam luz logo que essa excitação passe: um fenómeno quântico semelhante ocorre numa luz laser, com a diferença que em vez de uma cor característica como no laser, num bico de gás existem várias moléculas que emitem luz com vários tons de azul (dizemos que há uma “emissão de banda” em azul).

Resumidamente, numa fogueira há partículas maiores do que num bico de gás e o processo de emissão de luz é também diferente: as partículas na fogueira emitem luz pelo simples facto de serem quentes e as moléculas, muito mais pequenas, num bico de gás emitem luz porque são excitadas e adquirem energia que depois têm de perder. O processo, num caso ou noutro, é complicado e a resposta pode ser mais complicada do que a que aqui é dada. Uma chama é muito simples de fazer, mas muito complicada de explicar.

Disponível no blog De Rerum Natura

2012
04.26


Mais informações:
The Chernobyl Nuclear Disaster

2012
04.25

Nas palavras de Ary dos Santos (Lisboa, Julho-Agosto de 1975), “As Portas que Abril Abriu“:

Era uma vez um país
onde entre o mar e a guerra
vivia o mais infeliz
dos povos à beira-terra.
Onde entre vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
um povo se debruçava
como um vime de tristeza
sobre um rio onde mirava
a sua própria pobreza.

Era uma vez um país
onde o pão era contado
onde quem tinha a raiz
tinha o fruto arrecadado
onde quem tinha o dinheiro
tinha o operário algemado
onde suava o ceifeiro
que dormia com o gado
onde tossia o mineiro
em Aljustrel ajustado
onde morria primeiro
quem nascia desgraçado.

Era uma vez um país
de tal maneira explorado
pelos consórcios fabris
pelo mando acumulado
pelas ideias nazis
pelo dinheiro estragado
pelo dobrar da cerviz
pelo trabalho amarrado
que até hoje já se diz
que nos tempos do passado
se chamava esse país
Portugal suicidado.

Ali nas vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
vivia um povo tão pobre
que partia para a guerra
para encher quem estava podre
de comer a sua terra.

Um povo que era levado
para Angola nos porões
um povo que era tratado
como a arma dos patrões
um povo que era obrigado
a matar por suas mãos
sem saber que um bom soldado
nunca fere os seus irmãos.

Ora passou-se porém
que dentro de um povo escravo
alguém que lhe queria bem
um dia plantou um cravo.

Era a semente da esperança
feita de força e vontade
era ainda uma criança
mas já era a liberdade.

Era já uma promessa
era a força da razão
do coração à cabeça
da cabeça ao coração.
Quem o fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.

Esses que tinham lutado
a defender um irmão
esses que tinham passado
o horror da solidão
esses que tinham jurado
sobre uma côdea de pão
ver o povo libertado
do terror da opressão.

Não tinham armas é certo
mas tinham toda a razão
quando um homem morre perto
tem de haver distanciação

uma pistola guardada
nas dobras da sua opção
uma bala disparada
contra a sua própria mão
e uma força perseguida
que na escolha do mais forte
faz com que a força da vida
seja maior do que a morte.

Quem o fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.

Posta a semente do cravo
começou a floração
do capitão ao soldado
do soldado ao capitão.

Foi então que o povo armado
percebeu qual a razão
porque o povo despojado
lhe punha as armas na mão.

Pois também ele humilhado
em sua própria grandeza
era soldado forçado
contra a pátria portuguesa.

Era preso e exilado
e no seu próprio país
muitas vezes estrangulado
pelos generais senis.

Capitão que não comanda
não pode ficar calado
é o povo que lhe manda
ser capitão revoltado
é o povo que lhe diz
que não ceda e não hesite
– pode nascer um país
do ventre duma chaimite.

Porque a força bem empregue
contra a posição contrária
nunca oprime nem persegue
– é força revolucionária!

Foi então que Abril abriu
as portas da claridade
e a nossa gente invadiu
a sua própria cidade.

Disse a primeira palavra
na madrugada serena
um poeta que cantava
o povo é quem mais ordena.

E então por vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
desceram homens sem medo
marujos soldados «páras»
que não queriam o degredo
dum povo que se separa.
E chegaram à cidade
onde os monstros se acoitavam
era a hora da verdade
para as hienas que mandavam
a hora da claridade
para os sóis que despontavam
e a hora da vontade
para os homens que lutavam.

Em idas vindas esperas
encontros esquinas e praças
não se pouparam as feras
arrancaram-se as mordaças
e o povo saiu à rua
com sete pedras na mão
e uma pedra de lua
no lugar do coração.

Dizia soldado amigo
meu camarada e irmão
este povo está contigo
nascemos do mesmo chão
trazemos a mesma chama
temos a mesma ração
dormimos na mesma cama
comendo do mesmo pão.
Camarada e meu amigo
soldadinho ou capitão
este povo está contigo
a malta dá-te razão.

Foi esta força sem tiros
de antes quebrar que torcer
esta ausência de suspiros
esta fúria de viver
este mar de vozes livres
sempre a crescer a crescer
que das espingardas fez livros
para aprendermos a ler
que dos canhões fez enxadas
para lavrarmos a terra
e das balas disparadas
apenas o fim da guerra.

Foi esta força viril
de antes quebrar que torcer
que em vinte e cinco de Abril f
ez Portugal renascer.

E em Lisboa capital
dos novos mestres de Aviz
o povo de Portugal
deu o poder a quem quis.

Mesmo que tenha passado
às vezes por mãos estranhas
o poder que ali foi dado
saiu das nossas entranhas.
Saiu das vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
onde um povo se curvava
como um vime de tristeza
sobre um rio onde mirava
a sua própria pobreza.

E se esse poder um dia
o quiser roubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe.
Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu.

Essas portas que em Caxias
se escancararam de vez
essas janelas vazias
que se encheram outra vez
e essas celas tão frias
tão cheias de sordidez
que espreitavam como espias
todo o povo português.

Agora que já floriu
a esperança na nossa terra
as portas que Abril abriu
nunca mais ninguém as cerra.

Contra tudo o que era velho
levantado como um punho
em Maio surgiu vermelho
o cravo do mês de Junho.

Quando o povo desfilou
nas ruas em procissão
de novo se processou
a própria revolução.

Mas eram olhos as balas
abraços punhais e lanças
enamoradas as alas
dos soldados e crianças.

E o grito que foi ouvido
tantas vezes repetido
dizia que o povo unido
jamais seria vencido.

Contra tudo o que era velho
levantado como um punho
em Maio surgiu vermelho
o cravo do mês de Junho.

E então operários mineiros
pescadores e ganhões
marçanos e carpinteiros
empregados dos balcões
mulheres a dias pedreiros
reformados sem pensões
dactilógrafos carteiros
e outras muitas profissões
souberam que o seu dinheiro
era presa dos patrões.

A seu lado também estavam
jornalistas que escreviam
actores que se desdobravam
cientistas que aprendiam
poetas que estrebuchavam
cantores que não se vendiam
mas enquanto estes lutavam
é certo que não sentiam
a fome com que apertavam
os cintos dos que os ouviam.

Porém cantar é ternura
escrever constrói liberdade
e não há coisa mais pura
do que dizer a verdade.

E uns e outros irmanados
na mesma luta de ideais
ambos sectores explorados
ficaram partes iguais.

Entanto não descansavam
entre pragas e perjúrios
agulhas que se espetavam
silêncios boatos murmúrios
risinhos que se calavam
palácios contra tugúrios
fortunas que levantavam
promessas de maus augúrios
os que em vida se enterravam
por serem falsos e espúrios
maiorais da minoria
que diziam silenciosa
e que em silêncio fazia
a coisa mais horrorosa:
minar como um sinapismo
e com ordenados régios
o alvor do socialismo
e o fim dos privilégios.

Foi então se bem vos lembro
que sucedeu a vindima
quando pisámos Setembro
a verdade veio acima.

E foi um mosto tão forte
que sabia tanto a Abril
que nem o medo da morte
nos fez voltar ao redil.

Ali ficámos de pé
juntos soldados e povo
para mostrarmos como é
que se faz um país novo.

Ali dissemos não passa!
E a reacção não passou.
Quem já viveu a desgraça
odeia a quem desgraçou.

Foi a força do Outono
mais forte que a Primavera
que trouxe os homens sem dono
de que o povo estava à espera.

Foi a força dos mineiros
pescadores e ganhões
operários e carpinteiros
empregados dos balcões
mulheres a dias pedreiros
reformados sem pensões
dactilógrafos carteiros
e outras muitas profissões
que deu o poder cimeiro
a quem não queria patrões.

Desde esse dia em que todos
nós repartimos o pão
é que acabaram os bodos
— cumpriu-se a revolução.

Porém em quintas vivendas
palácios e palacetes
os generais com prebendas
caciques e cacetetes
os que montavam cavalos
para caçarem veados
os que davam dois estalos
na cara dos empregados
os que tinham bons amigos
no consórcio dos sabões
e coçavam os umbigos
como quem coça os galões
os generais subalternos
que aceitavam os patrões
os generais inimigos
os generais garanhões
teciam teias de aranha
e eram mais camaleões
que a lombriga que se amanha
com os próprios cagalhões.
Com generais desta apanha
já não há revoluções.

Por isso o onze de Março
foi um baile de Tartufos
uma alternância de terços
entre ricaços e bufos.

E tivemos de pagar
com o sangue de um soldado
o preço de já não estar
Portugal suicidado.

Fugiram como cobardes
e para terras de Espanha
os que faziam alardes
dos combates em campanha.

E aqui ficaram de pé
capitães de pedra e cal
os homens que na Guiné
aprenderam Portugal.

Os tais homens que sentiram
que um animal racional
opõe àqueles que o firam
consciência nacional.

Os tais homens que souberam
fazer a revolução
porque na guerra entenderam
o que era a libertação.

Os que viram claramente
e com os cinco sentidos
morrer tanta tanta gente
que todos ficaram vivos.

Os tais homens feitos de aço
temperado com a tristeza
que envolveram num abraço
toda a história portuguesa.

Essa história tão bonita
e depois tão maltratada
por quem herdou a desdita
da história colonizada.

Dai ao povo o que é do povo
pois o mar não tem patrões.
– Não havia estado novo
nos poemas de Camões!

Havia sim a lonjura
e uma vela desfraldada
para levar a ternura
à distância imaginada.

Foi este lado da história
que os capitães descobriram
que ficará na memória
das naus que de Abril partiram

das naves que transportaram
o nosso abraço profundo
aos povos que agora deram
novos países ao mundo.

Por saberem como é
ficaram de pedra e cal
capitães que na Guiné
descobriram Portugal.

E em sua pátria fizeram
o que deviam fazer:
ao seu povo devolveram
o que o povo tinha a haver:
Bancos seguros petróleos
que ficarão a render
ao invés dos monopólios
para o trabalho crescer.
Guindastes portos navios
e outras coisas para erguer
antenas centrais e fios
dum país que vai nascer.

Mesmo que seja com frio
é preciso é aquecer
pensar que somos um rio
que vai dar onde quiser

pensar que somos um mar
que nunca mais tem fronteiras
e havemos de navegar
de muitíssimas maneiras.

No Minho com pés de linho
no Alentejo com pão
no Ribatejo com vinho
na Beira com requeijão
e trocando agora as voltas
ao vira da produção
no Alentejo bolotas
no Algarve maçapão
vindimas no Alto Douro
tomates em Azeitão
azeite da cor do ouro
que é verde ao pé do Fundão
e fica amarelo puro
nos campos do Baleizão.
Quando a terra for do povo
o povo deita-lhe a mão!

É isto a reforma agrária
em sua própria expressão:
a maneira mais primária
de que nós temos um quinhão
da semente proletária
da nossa revolução.

Quem a fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.

De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
um menino que sorriu
uma porta que se abrisse
um fruto que se expandiu
um pão que se repartisse
um capitão que seguiu
o que a história lhe predisse
e entre vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
um povo que levantava
sobre um rio de pobreza
a bandeira em que ondulava
a sua própria grandeza!
De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
e só nos faltava agora
que este Abril não se cumprisse.
Só nos faltava que os cães
viessem ferrar o dente
na carne dos capitães
que se arriscaram na frente.

Na frente de todos nós
povo soberano e total
que ao mesmo tempo é a voz
e o braço de Portugal.

Ouvi banqueiros fascistas
agiotas do lazer
latifundiários machistas
balofos verbos de encher
e outras coisas em istas
que não cabe dizer aqui
que aos capitães progressistas
o povo deu o poder!
E se esse poder um dia
o quiser roubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe!
Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu!

2012
04.23

“As palavras são, como se diz em pintura, valores: para produzir, pois, um certo efeito de força ou de graça, o caso não está em ter muitos valores, mas em saber agrupar bem os três ou quatro que são necessários.”

Eça de Queirós, in A Correspondência de Fradique Mendes

2012
04.18

Enigma

A Torre Eiffel possui 324 metros de altura e é feita de ferro, tendo sido até 1930 a estrutura mais alta feita pelo ser humano.

No entanto, qual será a maior massa: O ferro utilizado para construir a Torre Eiffel ou o ar contido num cilindro onde coubesse a Torre Eiffel?

Dados:

De acordo com a Wikipédia:

Com seus 324 metros de altura, possuía 7 300 toneladas quando foi construída.”

O quadrado definido pelos quatros pilares que definem a base da Torre tem uma área de 15625 m^2.

V(cilindro) = área da base x altura

Densidade do ar, em condições PTN: 1,2 g/l

Mais informações:

TORRE EIFFEL
LA FORMA DE LA TORRE EIFFEL

2012
04.18

Quem diria que a Terra se move com base nas evidências do dia a dia?

O texto seguinte encontra-se publicado em Phys.org:

theearthisno

A plot of the location in the sky of galaxies between about 280-420 million light-years of Earth. Distances are color coded with red, blue, and green representing equal bins of increasing distance in this range. A new study has measured the distances of 97.6% of galaxies within about one billion light-years of Earth. Credit: J. Huchra et al. 2012

A introdução do artigo:

(Phys.org) — The Earth is not at rest. It orbits the Sun, which in turn orbits the center of the Milky Way Galaxy, which in turn moves within the Local Group of Galaxies – a collection of about fifty four galaxies in our “neighborhood” (that is, within about ten million light-years of Earth). The Local Group itself is “falling” toward the Virgo Cluster of Galaxies, a set of over one thousand galaxies about fifty million lights years away in the direction of the constellation of Virgo, and whose gravity pulls the Milky Way. After the cosmic microwave background radiation was discovered in 1960, astronomers began searching for signs of these motions of Earth with respect to the background light. First hints came in the mid-1970s and 1980s, and signaled a serious problem: the measured motion of the Earth with respect to the cosmic background was considerably smaller than the sum of all the movements listed above. One possible solution was that our understanding of the distribution of galaxies was incorrect.

2012
04.17

A ignorância…

… pode ser uma arma muito poderosa nas mãos de um cérebro minimamente iluminado.

A imagem seguinte foi copiada do blog “A Educação do meu Umbigo” – Bom Dia.

ignorância e  livros

Ficção ou será que a previsão temporal para este evento reduz-se a a cada década.

Em terra de cegos um ciclope pode ser rei!

2012
04.17

Artigo que promete:

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